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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Kurt Cobain e o Nirvana

Tudo que postei até agora tinha um tom mais atual, mas convenhamos que o ícone grunge Kurt Donald Cobain nunca saiu dos tocadores de música de alguns adolescentes (e quem sabe, gente que já passou desta fase).
Quinze anos depois do lançamento de Nevermind (1991) ganho uma cópia do disco que mudaria minha vida. Foi com o álbum mais famoso do Nirvana que passei a ver música de um jeito diferente, o grunge e posteriormente uma parte do underground. Desde então procurei mais sobre o Nirvana até descobrir as peculiaridades de seu frontman.

Kurt Cobain (Aberdeen, 20 de Fevereiro de 1967) viveu na chamada classe operária americana, em uma família onde a música sempre esteve presente. Mas não foi só isso que levou o garoto americano ao sucesso.
Ao meu ver, o que colocou Cobain, Novoselic e Grohl nas paradas mundiais foi a identificação dos jovens que admiravam o underground e a levada das bandas de Seattle. Como sabem os problemas pessoais de Kurt nunca foram afastados de sua música. A separação dos pais aos 8 anos, o amigo gay e a homofobia alheia no ensino médio, a violência doméstica e uma série de problemas que levaram as reações atormentadas do músico.
Em 1989 o trio mais promissor de Seattle lança Bleach- o primeiro, melhor e mais sujo álbum do grupo-, mas é Nevermind e o hino adolescente Smell Like Teen Sprit que leva o Nirvana as grandes mídias e turnês mundiais. E lançaram mais três álbuns até seu fim em 1994: Insesticide, In Utero e MTV Unplugged in New York.
Paralelo ao Nirvana havia Cortney Love e sua banda Hole. Love e Cobain tiveram um relacionamento intenso e tortuoso. Cobain se declarava “cego de amor” ao se casar no Hawaii, vestindo um pijama verde; enquanto Love “nunca faria mal a Kurt”. Porém, não importava como esse amor acontecia ambos sabiam o que estava fazendo, inclusive em relação ao uso de drogas e a possível perda de guarda da filha Frances Bean.

Foram vários os fatos, relatados das mais diversas formas, então fica muito difícil querer contar tudo em uma postagem. Ficaria cansativo e se fosse você leitor, possivelmente desistiria de ler.
Em 5 de abril de 1994 começa mais uma história especulativa sobre a morte de um “rockstar”. Aos seus 27 anos, Kurt foi encontrado morto em casa, junto a uma arma e sua carta suicida. Desde então, surgiram milhares de suspeitas de um possível assassinato armado por Cortney Love. Com a morte de Kurt jovens do mundo todo sofreram, havendo casos de suicídios influenciados pelo músico.
Seja como for, se Cobain estivesse vivo hoje comemoraria 44 anos. Seu legado musical é inegável, ultrapassando a fronteira do barulho juvenil, talvez se não tivesse morrido o Nirvana poderia cair no esquecimento, nas graças do pop ou quem sabe ter crescido ainda mais (impossível saber o que aconteceria).
O fato é que se não fosse o Nirvana, Foo Fighters não seria reconhecido desse jeito, Dave Grohl não teria uma rua com seu nome, você não teria visto muita gente com aquela camiseta da carinha “nóia”, não saberia de histórias deprimidas, amorosas ou insanas ao som do grunge mais famoso do mundo, nunca teria ouvido algumas bandas famosas por aparecerem nas camisetas dos músicos e não conheceria alguém que até hoje anda como Kurt Cobain enquanto procurar outros amigos, com ideias diferentes dos impostos pelo sistema. Seja como for, o que foi feito ficou eternizado.

6 comentários:

  1. Curti o blog ...
    Principalmente esse post aqui!!!
    Meus parabéns kerida
    Beijosss ;)

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  2. eu ja vi em varios lugares aquela foto que ele ta segurando aquele instrumento dizendo que aquele seria sua primeira guitarra, mas na real, prestando bem atenção, se percebi que aquilo é um contra baixo ! ée só olhar, tem 4 cordas, e aquele formato não é característico de guitarras !

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  3. Ah vá que é um baixo, você jura ?

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  4. Sim, é mesmo um baixo

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  5. otimo texto sou um amante quero saber resumidamente a historia de kurnt
    gostava muito dea banda nirvana
    e esculto ate hoje

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